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		<title>A moda das corridas</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jan 2015 22:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SOAK marketing e vendas]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há duas alturas no ano em que sentimos um ímpeto inexplicável de treinarmos como se fossemos atletas olímpicos: no início de Janeiro quando os excessos alimentares da época natalícia fazem do (re)início da prática desportiva uma das principais resoluções de ano novo, e quando a temperatura sobe [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Há duas alturas no ano em que sentimos um ímpeto inexplicável de treinarmos como se fossemos atletas olímpicos: no início de Janeiro quando os excessos alimentares da época natalícia fazem do (re)início da prática desportiva uma das principais resoluções de ano novo, e quando a temperatura sobe em meados de Maio e já podemos ir à praia no fim-de-semana seguinte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estima-se que em 2012 existia cerca de meio milhão de corredores amadores, 100.000 destes em Lisboa. E o número não pára de aumentar. Desengane-se se pensa que hoje em dia se corre mais porque já não há orçamento para a mensalidade do ginásio; há inclusivamente ginásios que têm aulas de grupo dedicadas à corrida no exterior.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2015/01/art025-new-york-city-marathon.jpg" rel="wp-prettyPhoto[388]"><img class="wp-image-389 aligncenter" src="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2015/01/art025-new-york-city-marathon.jpg" alt="NYC Marathon" width="532" height="363" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estes novos corredores são indivíduos, homens e mulheres, com uma situação financeira estável. E isso reflecte-se no equipamento que adquirem, desde as sapatilhas/ténis de cento e tal euros aos iPhones para registar o percurso, há artigos para todos os gostos e funções (pescoceira, camel bag, meias compressoras, e por aí fora…).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>São inúmeras as oportunidades de negócio, directas ou indirectas, que surgem com esta nova moda. As mais óbvias são para as marcas de equipamento e gadgets desportivos. Mas também existem muitas outras:</p>
<ul>
<li>ginásios e piscinas. Correr por si só já não basta. Para preparar uma maratona é preciso complementar com exercícios musculares específicos;</li>
<li>clínicas de fisioterapia. São muitos os corredores mas também são muitos os que não o fazem da maneira correcta e as lesões surgem várias vezes ao ano;</li>
<li>agências de viagem. A cada prova que se termina há sempre um novo desafio que se define. Participar nas maratonas de Boston, Nova York, Chicago, Berlim ou Londres é certamente um deles;</li>
<li>empresas de brindes. Cada prova tem sempre a oferta de saco-mochila e de t-shirt técnica. Mas as provas de maior dimensão chegam a ser autênticas feiras de brindes;</li>
<li>desenvolvimento de sites de corrida, fotógrafos, publicações desportivas, organização de eventos, etc</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não deixe passar o comboio das corridas e faça negócio já hoje. A moda das corridas, como todas as outras, não dura para sempre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2015/01/art025-soak-running-team.jpg" rel="wp-prettyPhoto[388]"><img class="size-full wp-image-390 aligncenter" src="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2015/01/art025-soak-running-team.jpg" alt="art025 - soak-running-team" width="600" height="264" /></a></p>
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		<title>Você é a sua melhor marca</title>
		<link>https://soak.pt/voce-e-a-sua-melhor-marca/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Feb 2014 01:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SOAK marketing e vendas]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com um mercado cada vez mais feroz e onde a oportunidade é, cada vez mais, o factor para a concretização dos negócios, torna-se determinante trabalharmos o nosso Marketing Pessoal. Não perdermos a oportunidade de ser lembrados porque somos o melhor do mercado, não perdermos a oportunidade porque [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com um mercado cada vez mais feroz e onde a oportunidade é, cada vez mais, o factor para a concretização dos negócios, torna-se determinante trabalharmos o nosso Marketing Pessoal. Não perdermos a oportunidade de ser lembrados porque somos o melhor do mercado, não perdermos a oportunidade porque estamos no local certo à hora certa, não perdermos a oportunidade porque somos conhecidos, e acima de tudo, reconhecidos!</p>
<p>Mas afinal, o que é o Marketing Pessoal?</p>
<p>No nosso artigo de Agosto de 2013, <a title="O Marketing de relacionamento: um pau de 2 bicos" href="http://soak.pt/o-marketing-de-relacionamento/">o Marketing de relacionamento: um pau de 2 bicos</a>, referimos que “é muito frequente nas PME, em particular nas que estão mais distantes dos grandes centros urbanos, que as estratégias de promoção utilizadas se resumam a um Marketing de relacionamento. O empresário é, na maior parte das vezes, uma pessoa que se destaca pelas suas qualidades de relações sociais e humanas, visíveis pela participação no associativismo local e pelo papel activo no dia-a-dia da comunidade em que está inserido.”</p>
<p>Assim, além do Marketing de relacionamento que se cria com os clientes, podemos afirmar que o Marketing Pessoal é o impulsionador destas mesmas relações. Tipicamente, para um empresário alcançar os seus objectivos tem de trabalhar o seu Marketing Pessoal de forma eficaz. O Marketing tem como objectivo atrair novos clientes e manter e cultivar os actuais.</p>
<p>Logo, o Marketing Pessoal é a capacidade de atrair e manter relacionamentos que nos permitam concretizar de forma mais sustentada objectivos profissionais e pessoais. Seja para sermos reconhecidos no nosso mercado, no nosso quarteirão ou no nosso meio social.</p>
<p>Queremos ser reconhecidos como o melhor do mundo para o nosso “target”. Criar novas relações só será possível se o nosso Marketing Pessoal for bem trabalhado. Os clientes querem mais do que uma marca, querem mais do que um fornecedor. Os clientes procuram associar um rosto a essa marca. Querem conhecer a pessoa por trás da marca, por trás da empresa. Mas por isso mesmo é que cada um de nós também é uma marca. Portanto, para concretizarmos os nossos objectivos de venda temos de vender não só a nossa marca, “Lda”, como a nossa marca pessoal. Para isso temos de cuidar da nossa marca pessoal, temos de trabalhar o nosso Marketing Pessoal.</p>
<p>Como?</p>
<p><a href="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2014/02/art024-Marketing_Pessoal.png" rel="wp-prettyPhoto[378]"><img class="size-full wp-image-375 aligncenter" alt="art024 - Marketing_Pessoal" src="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2014/02/art024-Marketing_Pessoal.png" width="330" height="249" /></a></p>
<p>Antes de lançar um produto para o mercado temos de o conhecer bem, certo? Pois primeiro conheça-se a si próprio. Reflicta sobre as suas competências tal como faria para elaborar a análise SWOT da sua empresa.</p>
<p>Depois comece por definir a sua Missão, a sua Visão e os seus Valores. Tal como faz para a sua empresa.</p>
<p>De seguida defina os objectivos que pretende alcançar. Sempre SMART!</p>
<p>Posteriormente pense, como trabalha o marketing do seu negócio? Utilizando o Marketing Mix da melhor forma possível. Então certifique-se que utiliza o Marketing Mix também para o seu Marketing Pessoal.</p>
<p><strong>Produto</strong> &#8211; Certifique-se que as suas competências e aquilo que o torna único são as melhores do mercado. Trabalhe arduamente para tornar os pontos fracos em pontos fortes. O produto somos nós!</p>
<p><strong>Preço</strong> &#8211; O seu valor tem de estar adequado àquilo que oferece. Seja realista, quanto pagaria por um produto igual? E por um melhor?</p>
<p><strong>Promoção</strong> &#8211; A sua imagem e a sua publicidade têm de ser coerentes. Cuide da sua imagem. Um excelente produto numa embalagem &#8220;amassada&#8221; ou &#8220;sem cor&#8221; perde credibilidade. Invista diariamente na sua promoção e nas relações públicas. Aproveite o networking para o ajudar no word-of-mouth!</p>
<p><strong>Distribuição</strong> &#8211; Tem de estar visível para ser reconhecido como produto de qualidade. Seja nas redes sociais (LinkedIn, Facebook, Google+), seja nos eventos sociais e/ou profissionais. Participe. Mostre-se!</p>
<p>Acima de tudo, antes de &#8220;vender&#8221;, &#8220;ofereça&#8221;. Partilhe conhecimento, experiências. Tal como as amostras de produto. Deixe ser &#8220;experimentado&#8221;!</p>
<p><a href="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2014/02/art024-melhor-marca.jpg" rel="wp-prettyPhoto[378]"><img class="size-full wp-image-377 aligncenter" alt="art024 - melhor marca" src="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2014/02/art024-melhor-marca.jpg" width="320" height="271" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Quantos Ps tem o seu negócio?</title>
		<link>https://soak.pt/quantos-ps-tem-o-seu-negocio/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Feb 2014 00:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SOAK marketing e vendas]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com a American Marketing Association, o marketing-mix é: «a mistura de variáveis controláveis de marketing que a empresa usa para perseguir o nível desejado de vendas no mercado-alvo. A classificação mais comum desses factores tem o nome de &#8220;quatro Ps&#8221; – preço, produto, promoção e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com a <a href="www.marketingpower.com" target="_blank">American Marketing Association</a>, o marketing-mix é:</p>
<p>«a mistura de variáveis controláveis de marketing que a empresa usa para perseguir o nível desejado de vendas no mercado-alvo. A classificação mais comum desses factores tem o nome de &#8220;quatro Ps&#8221; – preço, produto, promoção e distribuição (no original, placement). A optimização do mix de marketing é conseguida através da atribuição do montante do orçamento de marketing para ser gasto em cada elemento do mix de marketing, de modo a maximizar a contribuição total para a empresa.»</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2014/02/art023-pagani-price-505-640x475.jpg" rel="wp-prettyPhoto[361]"><img class=" wp-image-365 aligncenter" alt="art023 - pagani-price-505 (640x475)" src="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2014/02/art023-pagani-price-505-640x475.jpg" width="451" height="334" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O P do Preço refere-se a questões essencialmente financeiras, tais como a tabela de preços, o prazo de pagamento, as condições de pagamento, os custos de produção, o valor para o cliente ou a regulamentação existente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando falamos do P de Produto estamos a referir-nos à sua concepção, às variedades, à embalagem, aos tamanhos em que será comercializado, à qualidade inerente e à garantia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o P de Promoção está mais relacionado com a forma como se comunica: qual a mensagem (interna e externa), a força de vendas, a publicidade, as promoções para clientes e consumidores, as relações públicas e as acções de marketing directo, relacional, etc..</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por último, o P da Distribuição foca como se chegará ao mercado. Aqui falamos dos canais de venda, os locais de venda, a disponibilidade, a acessibilidade e a visibilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2014/02/art023-4Ps-640x374.jpg" rel="wp-prettyPhoto[361]"><img class="wp-image-366 aligncenter" alt="art023 - 4Ps (640x374)" src="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2014/02/art023-4Ps-640x374.jpg" width="448" height="262" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos últimos anos surgiram inúmeras teorias que consideram uma quantidade pouco consensual de Ps. A título de exemplo, a que considera um marketing-mix composto por 7 Ps inclui, além dos 4 tradicionais, as pessoas, as provas físicas e os processos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2014/02/art023-7-marketing-mix.jpg" rel="wp-prettyPhoto[361]"><img class="size-full wp-image-359 aligncenter" alt="art023 - 7 marketing-mix" src="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2014/02/art023-7-marketing-mix.jpg" width="400" height="289" /></a></p>
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		<title>As startups não podem viver sem o outsourcing</title>
		<link>https://soak.pt/as-startups-nao-podem-viver-sem-o-outsourcing/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Jan 2014 23:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SOAK marketing e vendas]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando se começa um novo projecto empreendedor é necessário decidir qual o caminho a seguir para fazer crescer o negócio. São várias as competências necessárias e o tempo é um recurso escasso. Por essa razão, o recurso ao outsourcing é uma decisão cada vez mais acertada. &#160; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se começa um novo projecto empreendedor é necessário decidir qual o caminho a seguir para fazer crescer o negócio. São várias as competências necessárias e o tempo é um recurso escasso. Por essa razão, o recurso ao outsourcing é uma decisão cada vez mais acertada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algumas dos objectivos mais comuns para se recorrer à subcontratação são:</p>
<p>- focalizar na tarefa principal do negócio e deixar que um parceiro fique responsável pelas que são secundárias</p>
<p>- obter competências inovadoras ou informação sobre novas tendências de mercado</p>
<p>- percepcionar os problemas através de um ponto de vista diferente do habitual</p>
<p>- aumentar a rede de relacionamentos, seja de clientes ou de fornecedores</p>
<p>- descentralizar a operação e, com isso, reduzir os custos de produção</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais detalhe sobre os pontos acima, aconselho a leitura do<a href="http://blogs.wsj.com/accelerators/2013/12/20/david-drake-startups-cannot-live-without-outsourcing/" target="_blank"> artigo </a>escrito por David Drake.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O melhor de 2013</title>
		<link>https://soak.pt/o-melhor-de-2013/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Dec 2013 00:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SOAK marketing e vendas]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta que é última semana de 2013, fica a homenagem do que se fez de melhor durante este ano, no que respeita a publicidade. Do nosso ponto de vista, é claro. &#160; A campanha “Immortal Fans”, da Ogilvy Brasil, incentivou os fãs do Sport Clube Recife para [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta que é última semana de 2013, fica a homenagem do que se fez de melhor durante este ano, no que respeita a publicidade. Do nosso ponto de vista, é claro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A campanha “Immortal Fans”, da Ogilvy Brasil, incentivou os fãs do Sport Clube Recife para se tornarem dadores de órgãos. Além de ter sido galardoada com um Grande Prémio no Cannes Lions, ainda fez com que 51 mil fãs do Sport se declarassem doadores de órgãos, o que resultou num aumento de 54% no número de doadores, no período de um ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe width="500" height="281" src="http://www.youtube.com/embed/kzmGExc1pfw?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conhecer as gerações e aplicar no seu negócio</title>
		<link>https://soak.pt/conhecer-as-geracoes-e-aplicar-no-seu-negocio/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Dec 2013 00:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SOAK marketing e vendas]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[consumidor]]></category>

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		<description><![CDATA[Nas últimas 6 semanas falámos sobre as várias gerações ainda vivas e quais as suas características. Para terminar este assunto, nada melhor que o artigo que Pedro Bidarra, um publicitário fantástico, escreveu no site Dinheiro Vivo. Abaixo fica a transcrição completa do artigo, no qual se percebe claramente que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas 6 semanas falámos sobre as várias gerações ainda vivas e quais as suas características. Para terminar este assunto, nada melhor que o artigo que Pedro Bidarra, um publicitário fantástico, escreveu no site <a href="http://www.dinheirovivo.pt" target="_blank">Dinheiro Vivo</a>. Abaixo fica a transcrição completa do <a href="http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO289172.html?page=0" target="_blank">artigo</a>, no qual se percebe claramente que conhecer bem os clientes faz toda a diferença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>O anúncio “A grande mama” da Yorn começa ordinaríssimo, no bom sentido, claro. Três jovens, uma rapariga e dois rapazes, mamam, deliciados, na teta de uma vaca. Mamam mesmo. Mamam até o leite lhes escorrer pelos cantos da boca. Uma porcaria, uma delícia de começo. Bem pode passar no You Tube aquele aviso a dizer que daqui a 3 segundos podes fazer “skip the ad” que com três jovens a mamar na teta de uma vaca ninguém faz “skip”. Começo genial. Depois vai por ali fora (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=zDjW_m5fWdA" target="_blank">veja o anúncio aqui</a>) até que no fim se exclama: “A grande mama está de volta! Mas é só para Yorns.”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>O marketing procura quase sempre o superlativo: o maior, o mais barato, o mais eficiente, o mais desejado, o mais vantajoso. É esse o trabalho do marketing, inventar vantagem. Mas o superlativo, porque é sobre-usado, tornou-se a mais banal das formas de comunicação. Banal ao ponto do descrédito. É por isso que o marketing convoca as artes, a escrita, os actores, os realizadores e os designers para converter o superlativo em figura de estilo. É essa a tarefa das artes comerciais.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>“A grande mama” é o resultado da conversão de um superlativo, o vantajoso tarifário Yorn, numa grande e deliciosa metáfora. Uma metáfora popular e irreverente com o optimismo de outros tempos. Tempos menos deprimidos, mais felizes, em que tudo era possível. Tempos em que se mamava à grande.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>O que é bom neste anúncio é que fala para o seu grupo alvo de uma maneira clara e exclusiva dos outros. Muita gente não o apreciará porque não se revê na linguagem, porque é posta por ordem ou porque é irremediavelmente mais velha, conservadora, sabe que a grande mama não volta tão cedo. Mas quando se é novo a vida é uma grande mama.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Fico feliz de saber que, no meio da depressão, da contenção, dos budgets ridículos, das negociações ciganas, ainda há quem acredite na grande mama que é a criatividade.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Quando me convidaram para escrever esta coluna tinham como expectativa que o assunto fosse a comunicação e as suas artes. Não o tenho feito. Tenho-me antes aventurado por outros temas &#8211; sempre do ponto de vista da comunicação, mas outros temas. A razão deste afastamento é simplesmente o reflexo da falta de assunto de que valha a pena falar. Podia dar-se o caso de estar distraído &#8211; com tanto canal, tanto site e tantos media seria normal &#8211; mas a verdade é que sempre que alguma coisa sai da aflitiva e rasca banalidade com que os anunciantes enchem os espaços que compram, essa coisa encontra sempre o caminho até nós.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Foi o que aconteceu com “A grande mama” da Yorn: encontrou-me e fez-me rir. E lembrou-me de como pode ser corajosa, criativa e irreverente a comunicação comercial. Assim haja clientes e criativos com talento e, sobretudo, sem vergonha. A vergonha é uma condição psicológica que é amiga da sociedade mas inimiga da criatividade. Para fazer diferente é preciso não ter medo da desonra, da desgraça ou da condenação. É preciso não ter vergonha.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Tendências das Gerações X e Y</title>
		<link>https://soak.pt/tendencias-das-geracoes-x-e-y/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 23:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SOAK marketing e vendas]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>

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		<description><![CDATA[Actualmente, as Gerações X e Y, pela faixa etária que cobrem, são as que mais influência têm na sociedade. &#160; No que diz respeito a Portugal, são indíviduos que nasceram entre o final do regime do Estado Novo e os primeiros anos de Portugal como membro da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Actualmente, as Gerações X e Y, pela faixa etária que cobrem, são as que mais influência têm na sociedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No que diz respeito a Portugal, são indíviduos que nasceram entre o final do regime do Estado Novo e os primeiros anos de Portugal como membro da CEE. O seu percurso de vida é caracterizado por um mundo em rápida evolução: o homem chegou à Lua, a democracia substituiu o fascismo e a Internet veio revolucionar o dia-a-dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>São gerações bem informadas mas também altamente selectivas no processo de recolha de informação, utilizam canais de compra alternativos para adquirir os produtos que necessitam e inclusivamente são os principais responsáveis pelas decisões de compras das gerações mais velhas e mais novas que eles.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A crise financeira actual é algo que preocupa estas gerações. Os escândalos e falências de instituições de renome, como a Lehman Brothers, abalam fortemente a confiança na economia e no sector político. Os níveis de consumo reduzem provocando uma menor circulação de moeda, o que agrava ainda mais a economia. No que respeita ao consumo, a relação qualidade vs. preço ganha importância e nota-se um aumento do consumo de produtos de marca branca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As marcas que criaram valor e uma relação emocional com o cliente têm mais hipóteses de continuarem a ser as escolhidas por ele do que as marcas que apenas se preocuparam em diferenciar-se pelo preço. Neste último caso aparecerá sempre uma marca concorrente com preços mais atractivos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A confiança na ética e actuação das empresas no sentido de defender os interesses dos seus consumidores também é reduzida. Nota-se assim um descrédito nas instituições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para as empresas terem sucesso é vital que tornem mais transparente o seu marketing e especialmente serem mais honestas nos processos de venda. Os consumidores dão muito valor ao contacto humano e, por isso, preferem lidar com as pessoas ao invés de apenas conhecerem instituições.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Geração G &#8211; generosidade é a palavra de ordem</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Nov 2013 23:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SOAK marketing e vendas]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após a crise económica nasceu um sentimento de generosidade. As pessoas, revolucionadas com a ganância que desencadeou esta crise, estão muito mais unidas. Assim nasceu a Geração G, transversal a várias gerações. Esta geração, orientada para o próximo, é caracterizada por indivíduos que têm grande sentido de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após a crise económica nasceu um sentimento de generosidade. As pessoas, revolucionadas com a ganância que desencadeou esta crise, estão muito mais unidas. Assim nasceu a Geração G, transversal a várias gerações. Esta geração, orientada para o próximo, é caracterizada por indivíduos que têm grande sentido de partilha e ajuda. É nestes tempos difíceis em que as pessoas se unem e se preocupam realmente com os outros. Muitos doam dinheiro, sangue e bens a instituições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estes indivíduos condenam o desinteresse das grandes empresas pelo consumidor. Há uma falta de confiança nas grandes marcas. Esta geração aspira a empresas generosas com os consumidores, trabalhadores e até com o meio ambiente. Hoje em dia é fundamental para uma marca ter uma imagem que inspire confiança, compreensão e simpatia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta geração é marcada também pela preocupação em proteger o meio ambiente e os recursos naturais escassos através da reciclagem por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2013/11/art018-generosity.jpg" rel="wp-prettyPhoto[338]"><img class=" wp-image-339 aligncenter" alt="art018 - generosity" src="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2013/11/art018-generosity.jpg" width="367" height="216" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A resposta das empresas a essas exigências vai muito além da filantropia ou da responsabilidade social corporativa. Algumas empresas incorporaram às suas culturas e fórmulas de gestão novos parâmetros que seduzem os membros desse grupo, que qualificam de comprometidos, que não entendem o esforço como sacrifício, mas como superação e exigência. Portanto, a implicação é diferente, o que não significa que não estejam comprometidos, mas que o contrato de trabalho para eles não quer dizer sacrifício, como era para a Geração X ou para as anteriores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eles dão grande importância ao orgulho em trabalhar para determinada empresa e têm a necessidade de se identificar com a companhia onde trabalham e precisam se sentir que o seu trabalho tem um propósito. Em suma, necessitam sentir-se parte de um projecto maior, e a empresa precisa ser capaz de lhes mostrar como o seu trabalho contribui para os resultados finais. O orgulho de um profissional frente a sua companhia faz com que ele prefira trabalhar em um lugar onde se sinta importante e recuse ofertas de trabalho se considerar que a empresa é injusta ou, por exemplo, não se preocupa com o meio ambiente. A adaptação das empresas à Geração G e suas necessidades e valores é, segundo os especialistas, uma exigência fundamental para aquelas marcas que desejam ganhar relevância em uma sociedade que valoriza cada vez mais a generosidade e a colaboração. Esta nova cultura implica em muito mais do que simplesmente criar um departamento de responsabilidade social corporativa ou de sustentabilidade. Trata-se de uma mentalidade que rege qualquer tipo de interacção com a comunidade onde está a empresa, com seus clientes, funcionários e accionistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A característica fundamental deste grupo é a variedade de consumidores e clientes que são generosos, que colaboram cada vez mais e que tendem a compartilhar. As novas gerações vivem praticamente online. A Flickr, uma comunidade na qual fotos são compartilhadas, reúne 33 milhões de usuários, que têm à sua disposição 3 biliões de imagens. A Wikipedia reúne quase 9 milhões de usuários registrados, 144.788 dos quais participaram nos últimos 30 dias da inclusão e actualização de conteúdos. A cada minuto, 13 horas de vídeo são incorporados ao YouTube, que registra 1 bilião de vídeos vistos. Estes são alguns números que refletem a tendência à generosidade da Geração G. Aos números generosos unem-se diversos exemplos de projectos, iniciativas ou culturas empresariais, graças ao facto de que muitas empresas se converteram em objecto de desejo dos jovens que pertencem a esta nova promoção comprometida.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Geração Z &#8211; a geração digital</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 23:43:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SOAK marketing e vendas]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Toda a revolução decorrente da chegada da “Sociedade da Informação” exigiu, após a surpresa inicial, um esforço de adaptação e aprendizagem. Para os jovens da era digital contudo não há surpresa, adaptação ou aprendizagem pois a “Sociedade da Informação” foi o que eles sempre conheceram. Para eles, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Toda a revolução decorrente da chegada da “Sociedade da Informação” exigiu, após a surpresa inicial, um esforço de adaptação e aprendizagem. Para os jovens da era digital contudo não há surpresa, adaptação ou aprendizagem pois a “Sociedade da Informação” foi o que eles sempre conheceram. Para eles, tudo terá de ser assim porque simplesmente não serão capazes de conceber que fosse de outro modo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Geração Z, iGeneration ou Geração Digital representa 18% da população mundial e é constituída por jovens adultos e adolescentes que nasceram entre 1990 e 2004 (há quem defenda que esta geração ainda não está fechada). Esta geração difere da anterior de muitas maneiras. De facto, estes jovens do mundo moderno têm acesso a vários instrumentos de comunicação e entretenimento. Para elas, a internet é um bem adquirido e imprescindível. Nunca viveram num mundo sem essas tecnologias e por isso são menos deslumbradas que a Geração Y. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, 85% dos indivíduos com idade entre os 10 e os 15 anos utilizam telemóvel, 97% utilizam computador e 93% acedem à Internet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infelizmente, esta dependência da tecnologia transparece na personalidade característica deste grupo de pessoas. Estes adolescentes são conhecidos por serem pessoas mais individualistas e impacientes, com poucas habilidades para comunicar. Eles vivem num mundo virtual onde por vezes preferem utilizar o MSN, as redes sociais ou outros meios de comunicação como o telemóvel em vez de reunir todos os seus amigos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2013/11/art017-individuos-Z.jpg" rel="wp-prettyPhoto[332]"><img class=" wp-image-331 aligncenter" alt="art017 - individuos Z" src="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2013/11/art017-individuos-Z.jpg" width="504" height="286" /></a></p>
<p>O mercado jovem caracteriza-se por ser um target distintamente insatisfeito que busca cada vez mais uma onda punk e uma atitude do-it-yourself, demonstrando uma tendência para criarem a sua própria moda e estilo, bem como a importância que dão à autenticidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra característica essencial desta geração é a sua visão de um mundo sem fronteiras geográficas. Para eles, a globalização não foi um valor adquirido no meio da vida a um custo elevado. Aprenderam a conviver com ela já na infância.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como informação não lhes falta, estão um passo à frente dos mais velhos, concentrados em adaptar-se aos novos tempos. De facto ao contrário de algumas gerações passadas, eles estão a crescer num mundo de igualdade e crêem que os homens e mulheres são iguais tanto no trabalho como em casa. As famílias monoparentais, reconstituídas ou mesmo homossexuais são comuns. Esta geração será marcada por grandes valores sociais e éticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>São pessoas dinâmicas, activas e interessadas por diversas coisas ao mesmo tempo, não lhes interessa centrar a atenção numa única actividade durante muito tempo. São, muitas vezes, classificados de hiperactivos e de terem uma grande dificuldade de concentração. Todos os seus momentos são um zapping contínuo – saltam da TV, que não tem sentido sem o respectivo telecomando e as dezenas de canais por cabo entre os quais “navegam” constantemente, para o computador, onde comunicam em várias salas de chat ao mesmo tempo usando identidades virtuais diferentes, entretanto mandam uma mensagem do telemóvel, têm simultaneamente a MTV a debitar o seu rapper favorito ao fundo, em seguida “surfam” na internet pesquisando para o trabalho de casa enquanto olham pelo canto do olho para uma série na TV. Para estes jovens é prioritário comunicar, em qualquer momento e onde quer que se encontrem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os “zap” também crescem num contexto fundamentalmente diferente do dos seus progenitores, também profundamente influenciado pelo nascer de um novo meio de comunicação. Mas, ao contrário dos Baby Boomers, que eram meros observadores de um meio de transmissão de informação para as massas – a TV – eles são activos participantes de um meio de comunicação individualizado e interactivo – a Internet. A busca de informação é activa, não esperam que lhes dêem o que querem saber, em vez disso investigam, exploram, questionam. São produtos típicos da “sociedade à velocidade do pensamento” em que nasceram e que habitam. Vivem em tempo real, tudo é imediato.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2013/11/art017-aparelhos-electronicos.jpg" rel="wp-prettyPhoto[332]"><img class=" wp-image-333 aligncenter" alt="art017 - aparelhos electronicos" src="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2013/11/art017-aparelhos-electronicos.jpg" width="494" height="369" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A socialização precoce a que foram forçados desde muito cedo, e devido à qual se habituam a conviver e a competir com os seus pares, favorece o gosto pelo trabalho em equipa. Colaborar para projectos comuns é para eles um processo natural e não artificial ou forçado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas vezes são classificados como mimados, materialistas, consumistas. É certo que os Baby Boomers, talvez sentindo-se algo culpados pelo pouco tempo que lhes podem dedicar e tentando de algum modo compensá-los, os encheram de bens materiais. Talvez este receber contínuo lhes dê instintos consumistas. O que parece ser verdade é que, a afirmação e autoconfiança dos “zap” faz com que saibam muito bem o que querem. Quando parecem dar importância desmesurada a marcas, ao escolher os produtos que desejam, na realidade fazem-no pelas suas qualidades e não por simples ostentação. Pelo contrário, dão mais importância ao estilo do que propriamente à marca. E têm sobretudo atracção pela função, pela utilidade, e não pela forma. Gostam de poder escolher e exigem ter sempre grande diversidade de opções. Gostam de experimentar antes e esperam poder voltar atrás, se mudarem de ideias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Querem poder mudar de opinião um milhão de vezes. Gostam de formatar produtos à sua medida e ao seu gosto e possuem um gosto próprio muito personalizado. Não são idealistas utópicos como os Baby Boomers, para eles o futuro é uma preocupação e as carreiras desejadas estão em primeiro lugar. E são realistas, sabem que as decisões importantes da vida devem ser tomadas conscientemente. São ambiciosos e desejam carreiras que lhes dêem dinheiro. Talvez por isso, sejam frequentemente acusados de serem egoístas e pouco preocupados com valores sociais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No entanto, mostram inúmeras vezes a sua preocupação e são solidários com grandes questões. O ambiente, o crime, a SIDA, o suicídio, a droga, a violência doméstica – são temas que preferem investigar e discutir sempre que lhes seja proporcionado escolher. São extremamente tolerantes e aceitam sem reservas a diversidade étnica, política, religiosa. Têm curiosidade saudável e respeito pelo que é diferente. Estas qualidades serão, sem dúvida, mais um fruto do contacto com a grande diversidade de valores e culturas da Internet e com o acesso privilegiado ao mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Geração Y &#8211; os primeiros internautas</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Nov 2013 00:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[SOAK marketing e vendas]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo os especialistas William Strauss e Neil Howe, a Geração Y, também referida como Geração Net, é um conceito em Sociologia que se refere aos indivíduos nascidos entre 1977 e 1990. &#160; Com uma capacidade de consumo de mais de 61 biliões de euros por ano, o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo os especialistas William Strauss e Neil Howe, a Geração Y, também referida como Geração Net, é um conceito em Sociologia que se refere aos indivíduos nascidos entre 1977 e 1990.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com uma capacidade de consumo de mais de 61 biliões de euros por ano, o conhecimento do mercado europeu de jovens adolescentes é fundamental para as estratégias de vendas e a sua relevância irá manter-se no futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta é a maior geração desde os Baby Boomers e têm um maior impacto social e económico do que os seus antecessores. Definem-se por:</p>
<p>• serem etnica e racialmente diferentes;</p>
<p>• serem extremamente independentes devido a situações de divórcio, famílias monoparentais e à revolução tecnológica que acompanhou o seu crescimento</p>
<p>• se sentirem com poder, graças a pais muito complacentes, o que lhes dá um maior sentimento de segurança e optimismo em relação ao futuro. Os seus pais da Geração Baby Boom, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram-nos de presentes, atenções e actividades, desenvolvendo assim a sua auto-estima. São pessoas activas, habituadas ao multi-tasking e muito ambiciosas.</p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2013/11/art016-Geracao-Y.jpg" rel="wp-prettyPhoto[323]"><img class=" wp-image-321 aligncenter" alt="art016 - Geracao-Y" src="http://soak.pt/wp/wp-content/uploads/2013/11/art016-Geracao-Y.jpg" width="480" height="320" /></a></p>
<p>No trabalho estes indivíduos são caracterizados por uma mente aberta e uma grande criatividade, trabalham melhor em equipa, anseiam por flexibilidade de horário e mobilidade, necessitam de feedback constantemente, querem ascender rapidamente e esperam reconhecimento instantâneo do seu trabalho. Ao contrário das gerações anteriores, estes arriscam e dizem o que pensam pois não têm medo de perder a estabilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade económica. Este público, exigente e ávido por inovações, ao contrário das gerações anteriores, considera o uso do telemóvel, por exemplo, indispensável e com múltiplas finalidades para além de telefonar.</p>
<p>&nbsp;</p>
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